A SERPESSOA é uma instituição dedicada à Psicologia Clínica, à Psicoterapia e à Formação em áreas diversas relacionadas com a prática da Psicologia.
Lourdes Barbosa é a responsável pela SERPESSOA e uma Psicóloga Clínica com vasta experiência na prática da Psicologia Clínica , Psicoterapia e Formação.
Licenciada em Psicologia Clínica e Mestre em Psicossomática pelo ISPA (Instituto Português de Psicologia Aplicada). Docente da Universidade Lusófona do Porto.
Participou em diversas investigações de carácter científico, escreveu artigos diversos em revistas da especialidade; foi co-autora do livroPsicologia da Consciência.
As suas áreas de intervenção na prática clínica passam pela psicoterapia, hipnose e regressão de memória.
A Serpessoa tem como símbolo uma flor, inserida nos seus protectores: círculo e triângulo.
O homem “como a flor do campo assim floresce; apenas é tocada pelo vento, já não existe; nem o seu lugar a conhece mais.” (Salmos 102, 15-16).
A flor, por causa da disposição das suas pétalas, em forma de estrela, frequentemente tornou-se símbolo do Sol, da órbita terrestre ou do Centro (por exemplo a flor de lótus no sudeste asiático). Muitas flores vistosas eram admiradas por motivos estéticos e por conterem substâncias psicotrópicas. São também concebidas como mensageiros da Primavera mas também como símbolos do desejo sexual. As flores de uma forma neutra simbolizam a força vital e a alegria de viver, o fim do Inverno e a vitória sobre a morte. Na simbologia cristã, o cálice aberto para cima é referência à recepção das dádivas divinas, da alegria infantil pela natureza do paraíso, mas também da transitoriedade de toda a beleza terrena, que só pode ser duradoura nos jardins do céu. Na BÍLIA, a flor é referência ao que é aprazível a Deus, como o comprovam as varas de José e de Aarão. Um pau seco de onde brotam flores, é também, em muitas sagas e lendas símbolo da complacência divina e da esperança. As cores das flores também são consideradas simbolicamente (branco: inocência, pureza, morte; vermelho: vitalidade, sangue; azul: segredo, dedicação interior; amarelo: sol, calor, ouro).
São João da Cruz fez da flor a imagem das virtudes das almas e do ramalhete que as reúne, a perfeição espiritual. Poderia também ser identificada com o amor e a harmonia que caracterizam a natureza primordial; identifica-se com simbolismo da infância.
O simbolismo tâmtrico-taoísta da Flor de Ouro é também o resultado do mais elevado alcance espiritual: a floração é o resultado de uma alquimia interior, da união da essência (tsing) e do sopro (k’i), da água e do fogo. A flor é idêntica ao Elixir da vida; a floração é o regresso ao Centro e à Unidade.
Na arte japonesa de arranjo floral (Ikebana), a flor é considerada como o modelo de desenvolvimento da manifestação, da arte espontânea. O arranjo floral é efectuado segundo um esquema ternário: o raminho superior é o do céu, o médio, o do Homem, o inferior é o da Terra; assim se exprime o ritmo da tríade universal, na qual o Homem é o mediado entre o Céu e a Terra.
Adaptado de Dicionário dos Símbolos de Jean Chevalier e Alain Gheerbrant e
Dicionário Ilustrado dos Símbolos de Hans Biedermann